sábado, 28 de agosto de 2010

Passado um ano...



Não é que eu estava aqui a ver uma cena no meu blog para preparar o post que irei colocar aqui a seguir a este e vi que tinha escrito no dia 26 de Agosto um post sobre a pesquisa científica aqui em Cambridge que estava a fazer há 1 ano atrás, antes de ir para as Canárias.

Agora, passado um ano, vejo-me como aluno doutorado do homem que escrevi nesse mesmo post: James Fawcett.

Já aqui referi o que estava a fazer e aonde. Até disse qual era o meu colégio.
Agora já sabem quem é o meu supervisor. As notícias sobre artigo que ele, e a sua equipa, produziram podem ser lidas aqui no Diário Digital ou aqui no Diário de Notícias.

E embora não faça parte, achei porreiro e diferente meter este vídeo aqui sobre o verdadeiro "Super-homem". Talvez um dia...


2 Comentarios:

JB disse...

Congratulo-me com a investigação de que fazes parte.

Aceito perfeitamente que a possibilidade de se vir a permitir a mobilidade de pessoas para/tetraplégicas, esteja relativamente próxima.

Sei que a regeneração de fibras nervosas não será simples devido as propriedades das células constituintes e das suas sinapses, mas não é impossível como aliás as evidências o demonstram.

Não sei se será pelo vossa linha de trabalho que se chegará lá, ou se pelo estudo e activação dos cromossomas 'lixo' que contêm a informação ancestral de regeneração celular, ou se por outra qualquer linha de trabalho.

Se queres aceitar uma sugestão de um gajo com a 4ª classe, e se é que já não o fazem, porque não recolher toda a informação disponível dos diferentes grupos de trabalho, conjuga-la e tentar obter resultados?...

não sei se ainda é assim, mas no mundo da investigação até há uns tempos atrás pelo menos, era comum ignorarem-se os diversos resultados, seja por desconhecimento seja por 'orgulho'... a Internet veio permitir a eliminação do primeiro factor.

johnnie walker disse...

Ainda estamos longe, mas todos os dias gostamos de pensar que demos mais um passo...

Em relação aos resultados globais, posso afirmar que existe muita competição, mas cada vez mais criam-se colaborações entre laboratórios a nível internacional.

E aliás, os artigos científicos mais importantes são publicados nas revistas de renome como a Science e a Nature e a partir daí todos, incluindo leigos, podem ter acesso ao que se está a fazer em termos de investigação.

É fantástico estar a trabalhar no limite do conhecimento humano...