quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Scene 24

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Scene 23

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

E já lá vão 3 anos...

E este blog faz hoje 3 anos de existência.
Porém tem estado parado por largos meses.

Espero que hoje seja o início de uma nova era aqui neste estaminé!

Obrigado pela companhia.

Mais posts virão em breve parar aqui...

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

agência de rating...

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terça-feira, 26 de abril de 2011

200 anos em 4 minutinhos...


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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Portugal visto da Europa...

Texto da autoria de Rui Cordeiro:


'Perguntaste como se vê Portugal a partir da Europa Ocidental e a resposta é uma mistura de conceptualidades novas e capacidade de relativizar, instrumentos que desenvolvi nestes últimos 4 anos em mobilidade numa missão pessoal que esta longe de estar terminada. Aqui sinto a globalidade do mundo e por isso desvalorizo nacionalidades anexadas a nações. Quero com isto dizer, tornei-me europeu e vivo fascinado com essa ideia. Devia haver na Europa um bilhete de identidade com a nacionalidade escrita "Europeu".

Portugal tornou-se vitima da sua própria condição e a crise económica do mundo ocidental apenas levantou a nuvem e mostrou em todo o seu esplendor a fragilidade económica, social e politica de um país do Sul da Europa. Essa fragilidade é auto infligida e não aceito ver nos media em Portugal e na voz dos políticos a diabolização das estruturas internacionais como o FMI ou os fundos da UE, pois isso lembra-me os pobres pedintes nas ruas que nem sempre mostram humildade ao ser lhes oferecido a esmola para os manter vivos. Essa mesma fragilidade sofre dos sintomas deixados pelo regime do Estado Novo, e apesar de Portugal ser um dos países com maior desenvolvimento da Europa e do mundo Ocidental nos últimos 30 anos, ainda demonstra falta de maturidade politica, social e económica para o "Novo Mundo" que se abriu aos seus olhos em 1974. Antes desta data o país era uma ilha social e economia na Europa, isolado do mundo moderno europeu, tal como os países sob o poder da união soviética. O nosso "steady-state" nos últimos 30 anos nunca foi o mesmo da Europa moderna e democrática e daí o nosso crescimento social e económico rápido quando comparado com países como a Suécia ou a Alemanha durante esse período. O mesmo justifica o crescimento dos BRIC e de alguns países africanos actualmente. A maioria dos povos europeus já atingiram esse estado de equilíbrio social e económico ha muitas décadas, que é um ponto de equilíbrio que se mantém estável e de onde é difícil haver grandes variações. Portugal vindo de um atraso que durou 50 anos apresentou um movimento crescente de desenvolvimento até agora ,no geral. Nos media internacionais tem sido escrito que países como Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda tiveram as maiores subidas de salários de toda a Europa nos últimos 30 anos e que países como a Alemanha, França ou Holanda não tiveram aumentos tão grandes na riqueza dos seus cidadãos, dizem isto de forma depreciativa. O principio do "steady-state" justifica essas diferenças e outras no crescimento de uns e de outros.

No entanto, muito do nível de vida "europeu" em Portugal, nos últimos 25 anos, revela-se hoje que foi ficção. O boom do crédito fácil para consumo não era sustentável pois nunca acompanhou a capacidade de produção nacional. Em Portugal encontro em lojas facilmente a possibilidade de consumir a credito (Ipad's, electrodomésticos, viagens, etc), uma situaçao que não encontro na Holanda, Alemanha, Luxemburgo ou Bélgica. As pessoas pagam a pronto esses bens de consumo pequeno, apenas pedem credito para a compra de uma única casa. A Lonneke [holandesa] quando não tem dinheiro para um TV nova ou para ferias simplesmente faz o "sacrifico" de poupar e mais tarde compra se ainda estiver interessada ou simplesmente não compra. Os portugueses foram uma presa fácil do sistema de credito, que os bancos tão facilmente se adaptaram a situaçao de pobreza relativa de todos os portugueses, pois o credito é uma das invenções mais incríveis para gerar lucros. Vejo mais carros de alta cilindrada em Portugal do que em Amesterdão, Bruxelas ou Roterdão... Em Portugal tenho-me apercebido nos últimos 4 anos que há um "medo social" muito grande de ser identificado como "não rico" na rua. Estes povos aqui vivem as suas vidas de classe média e não se preocupam com riquezas imaginarias. Desejam sim, qualidade de vida e isso todos exigem de quem os governa (o estado) e de quem lhes fornece a grande maioria dos serviços (o privado). A Lonneke pergunta-me qual o motivo de em Portugal haver tantas "casas de fim-de-semana, e eu sempre lhe disse: "é uma ilusão da pobreza de Portugal". Como também já disse à Lonneke, tens a "inocência holandesa" nas perguntas que fazes sobre o pais onde nasci...Digo-lhe isto, pois no seu imaginário de cidadã holandesa não existe nem metade do "folclore social" que existe em Portugal.

O pânico dos bancos portugueses há umas semanas atrás que fizeram rapidamente os governantes pedir ajuda, foi o efeito de terem sidos colocados quase como "lixo" nos mercados internacionais e o ultimato feito por investidores estrangeiros de que queriam o seu dinheiro investido de imediato, "da noite para o dia". O sistema bancário português esteve à beira da falência total durante uns dias e com razão dos investidores estrangeiros em tirar o dinheiro rapidamente, pois corriam o risco de perder todo o dinheiro investido em Portugal, pois nem o Estado podia cobrir a divida. Esse mesmos bancos não têm crédito "da palavra" nem financeiro no estrangeiro, e isso é revelado pelo seu constante financiamento no BCE há mais de um ano. Se não fosse este organismo da UE, Portugal teria sucumbido há vários meses atrás. Ha uma grande falta de confiança internacional de Portugal não só no presente, mas também na sua capacidade de crescimento no futuro, pois a sua economia, os seus cidadãos e a sua politica estão desvalorizados a níveis mínimos aos olhos do investimento estrangeiro. Nesta situaçao, os bancos nacionais dependem enormemente do dinheiro do estado para também terem financiamento, e por isso é bem vindo o FMI, pois para eles o dinheiro não tem cor. Uma observação, nos media portugueses tem aparecido o termo "ajuda externa" quando falam dos fundos internacionais. Este fundos nao sao nenhuma "ajuda" a Portugal, mas sim é dinheiro para que o Portugal doente possa pagar os seus compromissos financeiros ao estrangeiro e assim não contamine o resto da Europa. Pensa-se que após Portugal o contágio esta controlado, pois Portugal, Grécia e Irlanda ficam de quarentena e desligados da realidade económica da UE mais facilmente e também do mundo. Espero que haja bom senso nos governantes portugueses e nos cidadãos portugueses nos próximos anos, pois já reparei que há um sentimento enraizado em Portugal de que os irmãos maiores da Europa têm de "salvar" o filho menor a todo custo e isto, julgo que é um pensamento errado para recomeçar a mover o pais ao seu próprio futuro prospero. As condições que serão impostas a Portugal brevemente poderá revelar-se um tratamento de choque para acordar talentos e disciplina, e sacudir irresponsabilidade e letargia, claro que essas mesmas medidas vao danificar essa "vida bem portuguesa" de trabalhar o menos possível e o de desejar enriquecer facilmente, ou viver acima das suas potencialidades.

Os políticos actuais portugueses devem ter sentido de responsabilidade acrescidos para lutar com a situaçao em que o pais se encontra. Digo isto e o que me tem chegado dos media portugueses é de um folclore politico que é humilhante para uma percentagem da população portuguesa - aqueles que levam as suas vidas pessoais e profissionais a sério. De forma breve aponto as figuras centrais da politica:

Sócrates, demonstra um a capacidade de resistência politica que é inigualável e que nunca testemunhei no panorama da politica feita em Portugal. No entanto, será importante que tenha a noção que mesmo com as melhores intenções pode neste momento não ser o melhor para liderar, pois tem desgaste da imagem politica e é também parte do problema que Portugal enfrenta hoje.

Passos Coelho, sinto vergonha se chegar a ser primeiro-ministro. Não tem experiência no CV para resolver a situaçao complexa de falência do pais. E tem vendido populismo fácil aos eleitores, e eu nunca aceitei um politico por fazer o que "o povo" quer. Muitas medidas tem e devem ser tomadas independentemente da sua aceitação pela população. Essa governação de 4 em 4 anos é um dos pecados dos políticos ocidentais no sistema democrático. Isto levou-o a pedir "desculpa" aos portugueses por ter revelado ignorância politica e ter falado antes do tempo. Trabalhei apenas na Holanda e tendo tido algumas posições de chefia, nunca me passou pela cabeça pedir desculpa a quem quer que fosse por algum erro cometido por mim. Fiz o meu melhor e quem tem responsabilidades esta sujeito a errar e o melhor que tem a fazer é reajustar o seu modelo de trabalho para evitar novos erros e foi sempre isso que fiz.

Paulo Portas, o próprio partido chama-se "Popular". Partido com um discurso próprio de pequenez e é liderado pelo mesmo líder desde a minha infância. A rotatividade de lideres é essencial no processo da democracia e poder trazer inovações bem vindas. Churchill governou durante a 2 Guerra Mundial e nas eleições de 46 perdeu e isto foi uma boa mensagem do povo inglês: Liderou-nos durante a Guerra como mais ninguém podia fazer, mas com o fim da Guerra outras prioridades se apresentam à Inglaterra! Isto aplica-se a gestão de empresas e instituições publicas com os seus directores "life-time". Essas pessoas ou não são dinâmicas o suficiente para saberem construir uma carreira profissional ou o mercado não lhes da outra hipótese. Na Europa ocidental, utiliza-se o capitalismo, e não ao contrario, para gerir a vida profissional. Isto é: não é a empresa que me despende, mas sim eu que me despeço pois quero mudar para cargos de maior responsabilidade ou outro tipo de função. O Capitalismo deve ser utilizado como plataforma de desenvolvimento profissional, e só essa é a forma inteligente de viver. os tempos modernos actuais Apesar os recursos naturais deverem ser uma prioridade nacional portuguesa, espero que o Paulo "da agricultura" se for ministro finalmente escolha essa mesma pasta, pois da ultima vez escolheu a nobre pasta da defesa e continuou depois no sei populismo ate hoje vendendo veneno aos agricultores portugueses

(Portugal consume apenas 40% da comida que produz e tudo o resto é importado, e espero que não continuem com discursos de dizer que o pais e pequeno ou as terras não são boas. A Holanda tem um terço da dimensão de Portugal e as suas terras agrícolas representam apenas 2% da terra arável da UE, e no entanto, representam 8-9% de toda a agricultura na UE)

O Jerónimo de Sousa e o Francisco Louçã, representam o gueto no parlamento português e muito dos seus votos vêm de pessoas "guetizadas" na vida. O Louçã é o académico português mais citado de sempre no estrangeiro na área economia, mas tem um discurso de não governação próprio de partidos descriminados democraticamente pelas outras forças politicas. Ambos também sofrem do síndrome de " não rotatividade partidária" e isso, tal como no outro caso, condena a criação de nichos inovadores dentro dos seus partidos que poderiam alterar e adaptar as suas medidas politicas a planos mais mais realistas do regime. Baseio o que escrevo numa teoria de sociologia chamada Teoria da Transição que é uma forma inteligente de provocar ou interpretar a mudança em tudo. No entanto, muitas vezes é apenas um instrumento conceptual.
O Jerónimo de Sousa é dos políticos mais íntegros no seu discurso e fala directamente para o seu eleitorado envelhecido e unidimensional. Julgo que precisam de actualizar as suas ideias de forma a tornarem a sua politica mais inteligente e o "seu" povo agradecerá mesmo que esses mesmo não tenham noção disso.

O Cavaco Silva, passou os últimos 5 anos a explicar academicamente o papel do presidente. Isto é inédito na politica presidencial portuguesa e talvez mesmo no Ocidente. Começo a ter duvidas se os académicos devem ter lugar na governação de um pais, pois parecem não saber governar com força, personalidade e dinâmica politica, e eu constantemente procuro lideres para me guiarem seja na politica, na empresa, na universidade, ou mesmo na literatura ou na musica. Ainda guardo na memoria uma entrevista em que se valorizava a si próprio ao falar para um povo analfabeto funcional, sobre todos os indícios de que a crise mundial era iminente, o erro foi ter dado a entrevista 2 anos após a crise estar instalada e perder assim o que os americanos chamam de "Million Dollars Question"...enfim...
Dizem os media internacionais que o Rei Alberto II da Bélgica é o Rei com mais poder neste momento na Europa, pois não havendo entendimento politico entre partidos, ele tornou-se uma figura ,não só de moderação, mas também o de maior impulsionador e principal actor na vida politica belga e procura a todo custo que o interesse da Bélgica como nação soberano seja resolvido. Ainda não vi isto no nosso presidente, sentido de estado a cumprir.

Disse isto no outro dia ao Alves: Se Portugal fosse uma empresa privada e eu fosse o seu CEO estavam todos (os políticos) despedidos! É preciso renovar a politica e a mentalidade do cidadão em Portugal.

So para terminar:

Talvez esta minha mobilidade pelo resto da Europa me leve a exigências sobre-humanas acerca daquilo que quero ver como realidade em Portugal, e por isso critico severamente a leviandade com que vejo os portugueses descartarem das suas vidas pessoais um dos instrumentos mais incríveis criados pelo homem e que em Portugal se toma como um direito (que os seus cidadãos acham que podem facilmente passar a frente) e devia ser tomado sim como um dever: a educação. Os níveis baixos quando comparados com o mundo rico (OCDE), tem influencia na interpretação e execução da democracia (o Sócrates governa para portugueses , na Alemanha ou na Holanda não ganhava eleições), na competitividade da economia (apenas um ano mais na educação media (9 anos) dos portugueses faria disparar o PIB em mais 3-4%), a interpretação da Historia (do mundo e do lugar de Portugal, pois só os portugueses falam mal de Portugal enquanto cultura), a independência do cidadão (precisar minimamente do estado e ser dono do seu destino, sócio e economicamente), etc

Espero ter respondido à tua pergunta sobre como vejo o retrato de Portugal a partir da Europa Ocidental.

abraço'

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domingo, 17 de abril de 2011

Socrates no Facebook...

Vale a pena dar um saltinho aqui e rir um bocadinho...

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Photo LII



(clicar para aumentar)

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Orgasmo nos Media...



Depois de meses e meses a prever este momento, os media podem explodir agora com a notícia bombástica que lhes caiu hoje em cima. Finalmente Portugal vai ter que pedir ajuda externa após tanto tempo adiar isto para muita frustração dos meios de comunicação.

Agora que o campeonato já tem um vencedor, tinha-se que preencher o noticiário com outra merda e pronto...o resgate económico junta-se a umas eleições daqui a 2 meses. É o orgasmo para estes abutres que há tanto tempo andavam a pedir isto aos deuses. Cada semana que passava, era lá mais uma notícia quase a confirmar o pedido de ajuda externa, mas que nunca se confirmava para imensa frustração dos jornais.

Aposto que a primeira página dos jornais de amanhã foi elaborada há meses atrás para esta eventual e tão necessária notícia bombástica que vai dar muita tinta (e dinheiro) a muitos meios de telecomunicação.

Venha o dinheiro de lá de fora para alimentar esses abutres que por aí vivem...

A culpa?

...é de todos nós...


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Duas Teorias da Responsabilidade....

De quem é a responsabilidade pela bancarrota Sócrates? O abrantismo desenvolveu duas teorias. A primeira diz-nos que a bancarrota Sócrates é da responsabilidade do PSD, por este partido ter chumbado o PEC IV. A segunda diz-nos que a bancarrota Sócrates é da responsabilidade de todos os que tomaram decisões nos últimos 36 anos. Todos, mas sobretudo do PSD, dos autarcas, dos eleitores, dos governos do Cavaco, dos autarcas do PSD, das regiões autónomas, do Portas, do PSD, do Cavaco, dos submarinos do Portas, do BPN e dos eleitores. Bem … de que é que eu estava a falar? Ah, já sei … da bancarrota Sócrates. Quem raio é o Sócrates?

Roubado do blog 'Blasfémias'.


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sábado, 2 de abril de 2011

Photo LI



Steve Jobs (Apple) e Bill Gates (Microsoft)

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This is not Porn...

Sem estar aqui com muitas letras e levar-vos já para as fotos, deixo-vos um site interessante:


Este site colecciona fotos raras de celebridades em que vemos seres humanos em vez de super estrelas. São momentos esporádicos e que quase marcam um ponto singular no tempo e deixam uma marca eterna na objectiva da câmara. Fiquem com alguns exemplos dos seres humanos que vos mostro...


Michael Jackson and Freddie Mercury


Steven Spielberg no set do filme Jaws


Albert Einstein


Walt Disney


Steven Spielberg, Martin Scorcese, Brian de Palma, George Lucas and Francis Ford Coppola


Che Guevara


Robert Downing Jr, Hugh Jackman and Sting

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